E recontando a história...
Eu desminto. Contar é muito, muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram,mas pela astúcia que tem certas coisas passadas. Guimarães Rosa, Grande Sertão-Veredas
domingo, 4 de julho de 2021
Nossas Senhoras! / Caxambu e Pouso Alto e a troca das Santas
E recontando a história...
quinta-feira, 1 de julho de 2021
Em memória à minha mãe, Arminda Maria Ayres/Nomes, lugares, gentes/ Piracicaba/ Baependi no tempo de 1870
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| Certidão de óbito de Joao José de Lima, falecia em 1875 e seu escravo, Francisco, falecido um ano antes, 1874; ambos foram sepultados no cemitério de Santo Antonio do Piracicaba no ano de 1875. |
Minha mãe é culpada. Muitos dos nomes de lugares ouvia de minha mãe ficaram na minha memória. Cinquenta anos depois fui buscar as raízes. Os arquivos consultados foram os registros de óbitos da região de Piracicaba, hoje bairro de Baependi, onde ela morou. No rio Baependi, na altura do Gamarra, minha bisavó perdeu a vida. Ela se afogou ao cair de uma pinguela num dia de chuvas torrenciais de janeiro.
Nos arquivos pesquisados também se encontra o registo do mais antigo ancestral da Família Ayres dJoão José de Lima e Silva (1798-1876), casado com Joana Thereza Ribeiro de Lima (1807-1860), sepultado no Cemitério de Santo Antonio do Piracicaba, Baependi.
Na década de 1870, Piracicaba e seus arredores, as localidades tinham muitos nomes, nomes relacionados a toponimia ou a pessoas.
Tive a paciência de colecionar os nomes, alguns conservando a ortografia e muitas repetições, escritas pelo pároco, que sabia bem onde as pessoas moravam. Eles foram compilados do livro de óbitos de Piracicaba entre os anos de 1869 e 1891; quase três décadas as fronteiras territoriais eram divididas com Baependi, Aiuruoca tinham muitos nomes. Hoje as localidades fazem parte do Parque Estadual da Serra do Papagaio. As referencias geográficas e o nomes caíram no esquecimento, outros permaneceram.
Baependi, Palmital, Lage, Piracicaba, Chapeo, Lagoinha do Chapéu, Lagoa, Gamarra termo da Lagoa, Santo Antonio do Piracicaba, Serra do Paula, Serra, Itahúna, Vargem, Congonhal, Fazenda de São Pedro, Capoeirinha, Lagoinha, Passagem, Cubatão, Capão, Bananal, Rego d`Agua, São Pedro, Serra do Paula, Lage da Cachoeirinha, Andradas, Gamarra acima da Passagem, Serra da Lagoa, Boa Vista do Chapeo, Prateado da Lagoa, Serrada Prata, Monte Seco, Serra da Aiuruoca, nas Vargens, Barra do Palmital, nos Limeiras, na Serra termo d`Alagoa, Casa Branca, Buracão, Boa Vista, Chapeo de Cima, Serra do Capão, Matto Dentro, Três Pinturas, na Ponte, Freguesia da Lagoa, no Theotonio, nos Felipes, Serra do Theotonio, Serra do Mato Dentro, Lagem, Gamarra termo da Lagoa, Theotonio do Termo da Lagoa, Gamarra baixo, Serra Baixa, Gamarra do Belém, Gamarra do Distrito d`Alagoa, Capão Triste, no Pica Pau, Serra da Lage, Capão dos Gomes, Fazenda do Sobrado, Gamarra da Lagoa, Chapada.
Que nossos ancestrais estejam em paz na eternidade.
domingo, 28 de março de 2021
Posto de vacinação de Caxambu/ Memórias de uma arquitetura
domingo, 17 de janeiro de 2021
Um dia de Natal na casa de Rodolfo Weber e dona Emilia
Antes de falarmos sobre seu Rodolfo, temos que falar de seu pai, também Rudolph Weber, pintor conhecido da Academia de arte de Viena. Nascido em Spitz, Austria, em 1872, casado com Karolina Burnner (1889-1926), com quem teve três filhos: Marianne, Hans e Rodolfo (1906-?).
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| Karolina Brunner, mãe de Rodolfo Weber, aos 25 anos de idade fotografada em 1914. Ao fundo a residência da família de Rodolfo Weber no interior da Áustria. |

Todas as fotos dos Weber são do arquivo privado da família, cedidas gentilmente por Rodolfo Weber, neto de Rodolfo, conhecido como Rodolfinho.
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Aconteceu no Casarão/Casamento civil no Casarão Guedes/ Ramiro Rodrigues Freitas casa-se com Maria José de Lima Ayres
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| Ramiro Rodrigues de Freitas, Maria Ayres Rodrigues fotografados em uma de suas peregrinações a Aparecida do Norte. A pessoa ao centro não é conhecida |
Dado que os contraentes não sabiam escrever, assinaram como testemunhas do enlace José Maria da Costa Guedes, junto com os fazendeiros José Julio Pereira Antônio Dias, este natural de Portugal e residente na cidade. Júlio e Antônio foram também testemunhas no casamento no religioso.
Estiveram presentes na cerimônia civil - e constaram no livro de registro as filhas de Costa Guedes e Nonata, Leonor Ribeiro Guedes, Margaria Pereira e Maria da Conceição Guedes. Assim ficamos sabendo que três membros da família Guedes participaram da cerimônia civil que foi realizada, para nossa surpresa, no Casarão Guedes. Uma curiosidade: Leonor tinha apenas cinco anos e Maria da Conceição, doze, ambas menores de idade (foto), mas suficiente para serem testemunhas do casamento. Mas quanta honra!
O casamento no religioso (certidão acima) aconteceu no mesmo dia do civil, na ainda denominada Capela Nossa Senhora dos Remédios e abençoado pelo pároco Marcos Pereira Gomes Nogueira. O caminho era curto entre o casarão Guedes e a capelinha. Era só atravessar a rua.
O documento original, em que constam as informações do registro civil, foi solicitado por Leandro Leite e está arquivado no cartório de Caxambu. Ele é a prova de que Costa Guedes tinha um bom relacionamento com o seu compatriota Ramiro, tanto que foi convidado para ser seu padrinho de casamento. E tudo aconteceu no histórico Casarão...
Foto:
Arquivo privado da Família Ayres/Rodrigues/Silveira/Pereira.
Contexto: Foto feita na cidade de Aparecida do Norte no ano de 1920. Nela Ramiro Rodrigues Freitas e Maria José de Lima/Ayres. A moça sentada foi adotada pela família.
Agradecimentos:
Agradecemos Leandro Leite pelo fornecimento de importantes documentos que estão desvendando ainda mais as origens da Família Ayres e seus diversos ramos.
domingo, 15 de novembro de 2020
À minha vó Vitória
domingo, 4 de outubro de 2020
Bodas de Ouro: Vander & Graça/ A vida continua! Viva a vida!
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
50 anos de casados, 50 anos de muitas vivências e convivências/ Graça e Vander comemoram suas bodas de ouro!
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
Do passado para o presente/ Vivos em nossas memórias
terça-feira, 7 de julho de 2020
Casa da familia Arnaut desde 1900
Caxambu, 1917. Podemos identificar a Igreja Matriz, que ainda tinha suas duas entradas, o Casarão da Família Guedes, o prédio antigo do Colégio, o hotel Caxambu, e... imaginem que a casa da família Arnaut já esta lá. Preservem esta relíquia! Ela faz parte da história da cidade.
segunda-feira, 11 de maio de 2020
De volta ao passado/ João José de Lima e Joanna (Pereira) Ribeira
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| Censo de Pouso Alto do ano de 1839 |
Família Search
Censo do Cedeplar /Belo Horizonte, MG
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
O Morro, ah morro!
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| Morro de Caxambu, Henrique Monat |
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| Morro de Caxambu, 1868 |
MONAT, Henrique, in Caxambu, 1894.
NICOLAU Facchinetti. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2019. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23040/facchinetti>. Acesso em: 29 de Set. 2019. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7
Fotos:
MONAT, Henrique, in Caxambu, 1894.
Agradecimentos:
A Vanessa Meines, por ter nos enviado a gravura de Facchinette.
Arquivo Histórico do Exercito (AHEX), Divisão de História e acesso a Informação (DHAI), na pessoa do Major Ferreira Junior, que prontamente dispôs vários mapas para o nosso Blog.
A Julio Jeha, sempre.
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Ramiro Rodrigues Freitas/ De Portugal a Caxambu/ Uma aventura
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| Ramiro Rodrigues (sentado de chapéu) e sua família |
Fatores históricos e econômicos conjugaram-se para que Ramiro deixasse Portugal. Em meados do século XIX mudanças demográficas ocorreram no país, provocando o aumento da taxa de natalidade e, e por conseguinte, gerando um excesso de mão-de-obra, principalmente no campo. O resultado foi o empobrecimento dos pequenos proprietários rurais. A esperança era a ex-colônia Brasil.
Por outro lado, o Brasil acabara de promulgar a Lei do Ventre Livre, de 1871, e a Lei Áurea, em 1888. Com os escravos libertos, quem iria tocar as lavouras? Os fazendeiros, então, foram procurar alternativas de mão de obra para suas plantações. Assim, o governo estimulou a imigração como forma de resolver a falta de braços, bem como o "branqueamento" de sua população. Cerca de 5 milhões de imigrantes entraram no Brasil de 1884 a 1963, a metade entre 1889 e 1913. No período de 1891 e 1900 foram 202.429 milhões de portugueses. A maioria dirigiu-se para São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Os principais portos de entrada eram Rio de Janeiro, Salvador e Santos.
O navio Ville de San Nicolas fez sua viagem inaugural em novembro de 1881 e em 16 de fevereiro de 1889 partiu do Brasil em direção ao porto de Havre carregando 120 volumes de mercadorias diversas para participar da Exposição Brasileira Preparatória da Universal de Paris, a ser inaugurada no dia 10 de maio. Os produtores de fumo do Brasil queriam ganhar mercado internacional.
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| Descida de passageiros em cestos, no porto de Recife, Pernambuco |
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| Porto do Rio de Janeiro, 1889 |
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| Ramiro Rodrigues em sua horta, na Rua Magalhaes Pinto, Caxambu. |
Ele embarcou cheio de esperanças, assim como milhares de imigrantes, a procura de uma vida melhor. O que encontrou foi uma vida de duro trabalho. Casou-se aos 23 anos com Maria Ayres de Lima e, nove meses depois já era pai de Etelvina. Ao todo, o casal teve 11 filhos, cinco dos quais não chegaram à vida adulta. Izabel (1901-1903) faleceu em consequência de queimaduras aos três anos; Joaquim (1911-1913) faleceu aos dois anos de gripe intestinal; Laura (1913-1915) aos dois anos de pneumonia; José (1916-1921), de Laringite estridulosa aos 4 anos, Haroldo (1922-1923) com um ano, de meningite. Sobrevieram Etelvina Rodrigues (1898-?), Maria Izabel (1906-?), Geralda Rodrigues (1908-?), Romeu Rodrigues (1918-?), Edwiges Rodrigues (1918-?) e Agnelo Rodrigues (1920-?).
Até hoje nos perguntamos como pode ele empreender uma viagem tão longa sozinho. Sua idade, supreendentemente, confirmada no documento (foto numero 27) com 12 anos de idade. Sempre nos perguntamos como seus pais o deixaram embarcar numa aventura marítima até o Brasil. Mas essa pergunta ficará sem resposta. Ramiro faleceu na Casa de Caridade São Vicente de Paula de Caxambu em consequência de insuficiência cardíaca, tendo seu atestado assinado pelo Dr Paiva em 29 de agosto de 1949.
Agradecimentos:
Julio Jeha
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Victor, o escravo que gostava de tocar viola
E num primeiro abril naquele ano de 1883... Victor foi dado como fugido da fazenda de propriedade de Antonio Severino Nogueira, na localidade de São Gonzalo de Sapucahy e "havia motivos para crer que ele seguiu para Baependy".
Fonte:
O Baependiano
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Izabel de Lima, a caxambuense batizada pela realeza / Diga-me por quem foste batizado e direi o status de tua família
Um escarafuncha daqui, outro dali e, assim, os pesquisadores vão achando as coisas... Izabel de Lima filha legítima de Francisco José de Lima e Severina Izabel de Lima apadrinhada pela... realeza.
Na verdade, as pesquisas sobre a batizada pela princesa Izabel, Izabel de Lima, foram iniciadas já há alguns anos. As certidões foram encontradas por mim e arquivadas para posteriores pesquisas, pois o sobrenome Lima pertence também à Família Ayres. Mais à frente, tinha encontrado a irmã de Izabel, Castorina de Lima, casada com José da Rocha Brochado, que eram avós de Magali Brochado, minha vizinha. Fiz contato com ela, no inicio de 2017, e veio a confirmação: os nomes eram de seus avós. Devido a outras prioridades de pesquisa, o material foi colocado "na geladeira" até que... Antônio Claret me alertou sobre Isabel, a apadrinhada pelos membros da família real. As informações estavam todas lá, só faltava reuní-las, associá-las aos fatos históricos e as biografias individuais. Então...
O conde d`Eu e dona Izabel, princesa regente, condessa d`Eu, assinaram uma procuração para serem padrinhos da filha de Francisco, representados pelo Reverendo João Pires de Amorim e por dona Ritta Maria de Jesus. O assento foi feito no livro de batizados de Baependi, em 30 de novembro de 1868. João Pires de Amorim não era um anônimo, e sim o coadjutor do pároco, monsenhor Luiz Pereira Gonçalves de Araujo na cerimônia do dia 22 de novembro, no lançamento da pedra fundamental da igreja Santa Isabel da Hungria, na povoação. Então estava tudo ligado.
E como toda história puxa outra, vamos contar sobre os irmãos de Izabel. Todos eles nasceram em Caxambu e foram batizados na capela Nossa Senhora dos Remédios. Foram eles:
Jeronimo
O primogênito Jeronimo nasceu nas Águas Virtuosas de Caxambu, em 23 de dezembro de 1870, e foi batizado, em 16 de janeiro de 1871 por outra figura proeminente da época, o conselheiro Jeronymo José Teixeira Junior e sua esposa Maria Henriqueta Carneiro Leão Teixeira (fotos acima), representados por America Brasilina Nogueira de Almeida. A criança recebeu o nome de seu padrinho, Jeronymo José Teixeira Junior, que era filho do comendador Jeronymo Teixeira. O padrinho nasceu no Rio de Janeiro, em 25 de outubro de 1830, bacharelou-se em direito pela Faculdade de São Paulo, casando-se, em 24 de dezembro de 1853, com Maria Henriqueta Carneiro Leão, nascida em Ouro Preto. Exerceu o ofício de promotor, em Niterói por dois anos, deixando o cargo para servir à diretoria da Estrada de Ferro Dom Pedro II. Foi deputado na Assembléia Provincial e deputado geral pelo Rio de Janeiro em diversas legislaturas. No ano em que batizou Jeronimo, era representante do Rio de Janeiro na Assembléia Geral. Dirigiu, por pouco tempo em 1870, a pasta da Agricultura e, em 1873, foi eleito senador do Império. Fez parte da comissão que apresentou o projeto da Lei do Ventre Livre. Dentre os cargos que ocupou, foi diretor do Banco do Brasil. Era fidalgo e cavaleiro da Casa Imperial, conselheiro da Ordem da Rosa e comendador da Ordem de Cristo, tendo recebido o título de visconde do Cruzeiro em 13 de junho de 1888. Publicou diversos trabalhos, entres eles "O Saneamento da cidade do Rio de Janeiro". Faleceu em Roma, Itália, em 26 de dezembro de 1892. Jeronimo era também comerciante e capitalista. Enfim, o homem tinha não só nome na política, como também era dono de uma considerável fortuna.
A história continua. Aso 14 anos, Jeronymo teve seu destino publicado no jornal O Baependiano. Ele estudava no colégio do Sr. Pilar, em Baependi, e recebia uma pequena "pensão" de seu padrinho, agora Senador Jeronimo Teixeira Junior, com a qual eram financiado os seus estudos. O menino Jeronimo foi acometido de um "reumatismo no coração", vindo a falecer, em 10 de março de 1885, sendo sepultado em Baependi. Parece que o menino caiu doente e sofreu por 11 dias. Os alunos do Colégio Nogueira, ao qual pertencia o proprietário do jornal, agora sediado em Caxambu, carregaram o caixão de sua casa até o outeiro da Capela Nossa Senhora dos Remédios. Como Caxambu ainda não tinha cemitério, Jeronimo foi sepultado, em 11 de março, em Baependi.
Os outros filhos:
Albertina, batizada em 1882 por João Carlos Vieira Ferraz, vereador na Câmara de Baependi, e Maria Ferraz, fundadores do Palace Hotel.
Elvira, batizada em 1884 por Francisco José da Silva Simões, subdelegado de polícia da povoação de Rio Verde, e sua esposa Gabriela Candida Simões, proprietários de terras em Conceição do Rio Verde.
Castorina, nascida, em 1889, teve como padrinho Vicente de Seixas Batista, ativo na política e membro da junta de conselheiros para a administração da paroquia de Baependi, e dona Maria Silvania Nogueira.
De Izabel, a batizada, nenhuma pista mais foi encontrada, nem de seu casamento, nem de seu falecimento, tampouco de seu irmão Oscar. Mas de Albertina, sim, era conhecida por Magali Brochado como "sá Berta". Ha ainda alguns descendentes e que ainda moram na cidade.
A ligação com a família Ayres
Josino Ayres, filho de José Ayres de Lima-Trançador filho e Gervásia Ayres de Lima) foi casado com Benedita Brochado (bisneta de Francisco de Lima, pai de Izabel)
Izabel era então tia de Benedita Brochado, conhecida por Tita.
Os filhos:
Lazara de Lima Brochado/Ayres
Ozéas Brochado/Ayres
Guaraci Brochado/Ayres
Os limites das pesquisas
Até agora, foram feitas pesquisas documentais sobre Izabel e alguns de seus irmãos e irmãs e nada foi encontrado. Eles não foram encontrados nos registros paroquiais, nem nas entrevistas com os familiares de quarta geração. Seus nomes não são conhecidos ou associados a outros parentes. Eis os nossos limites.
Museu Imperial de Petrópolis
Fonte:
MARTINS, Maria Fernanda, In O Círculo dos grandes: Um estudo sobre a política, elites e redes no segundo reinado a partir da trajetória do visconde do Cruzeiro (1854-1889)
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Julio Jeha



































